“…Eis que ela bate no vidro, Trazendo a saudade…”

Estou cantando à chuva – Que sensação gloriosa

A água no seu ciclo de transformação liga-nos ao que nos rodeia e dá suporte à vida na terra.

A falta de chuva que se tem verificado no nosso país, associada às altas temperaturas que se fizeram sentir durante os meses passados, trouxeram consequências avassaladoras que todos bem conhecemos.

Hoje saímos à rua, estava a chover! Imediatamente vieram à memória as cenas de um filme inesquecível “Singin’ In The Rain”, de 1952, traduzido para “Serenata à chuva”.  Apeteceu-nos cantar e dançar à chuva com a alegria de uma esperança renovada ….

O filme “Singin’ In The Rain”, é uma referência nos filmes musicais, dirigido por Gene Kelly  que também foi ator e coreógrafo. A sua atuação neste filme é brilhante e as coreografias são admiráveis. Para nós, a cena de Gene Kelly cantando e dançando à chuva, é mágica.

Imagens do filme, retiradas da Web, veja Aqui as cenas do filme

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Singin’ In The Rain

I’m singin´ in the rain
Just singin´ in the rain
What a glorious feeling
and I´m happy again
I’m laughing at clouds
So dark, up above
The sun´s in my heart
And I’m ready for love
Let the stormy clouds chase
Everyone from the place
Come on with the rain
Have a smile on my face
I’ll walk down the lane
With a happy refrain
Just singin’
And singin’ in the rain

 

Ainda a propósito da chuva e porque “eis que ela bate no vidro, Trazendo a saudade” sugerimos também que ouça Aqui Mariza

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudade
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
Da história da gente
E outras de quem nem o nome
Lembramos ouvir

São emoções que dão vida
À saudade que trago
Aquelas que tive contigo
E acabei por perder

Há dias que marcam a alma
E a vida da gente
E aquele em que tu me deixaste
Não posso esquecer

A chuva molhava – me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai, meu choro de moça perdida
Gritava à cidade
Que o fogo do amor sob a chuva
Há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
Meu segredo à cidade e eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

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