Ser Mulher, hoje 25 de novembro e todos os dias

A propósito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, 25 de Novembro, (consulte o site da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), apresentamos algumas reflexões que esperamos possam contribuir para levar outras mulheres a valorizarem-se, a acreditarem em si e a perderem o medo. Ninguém nos pode amarrar a algo que não queremos e, acima de tudo, queremos ser livres, viver com tranquilidade e felizes.

Somos 4 amigas, 4 mulheres que caminham confiantes pois acreditam em si e no “poder de ser mulher”. São 4 caminhos distintos, que confluem na força do querer, na vontade de deixar um pequeníssimo legado inspirador. Aqui, citamos Madre Teresa de Calcutá : “O que eu faço é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.”

No site do Centro Regional de Informação das Nações Unidas (UNRIC) – procura informar e envolver os europeus em questões de âmbito global – é apresentada a questão da desigualdade histórica das relações de poder entre mulheres e homens como um dos fatores que contribuem para a violência contra mulheres.

Por todo o mundo, há exemplos de mulheres que saíram do isolamento do sofrimento e conseguiram dar o passo para um recomeço esperançoso. Incentivamos a procura de ajuda, a inspiração nas vidas de mulheres que lutaram e superaram o medo.

A todo o instante sabemos de mulheres que, muitas vezes em condições adversas, vencem na sua afirmação pessoal e profissional, mostrando que poder na força do acreditar e do querer.

Yes We Can – A frase que Barack Obama disse pela primeira vez em 2004 e se tornou num dos mais famosos slogans políticos.

I Have A Dream –  discurso público, histórico feito pelo ativista político americano, o pastor Martin Luther King.

Também sabemos de homens, alguns que nos são bem próximos, nossos companheiros, nossos irmãos, outros familiares e amigos, que nos acompanham e suportam nesta nossa demanda por um mundo mais justo. Louvamos esses homens! Cada ser é único, mas somos todos iguais na condição humana.

Em 2011 foi atribuído o Prémio Nobel da Paz a 3 grandes mulheres. Uma das três personalidades galardoadas, Leymah Roberta Gbowee,  africana, ativista pela paz, na sua luta não-violenta pela segurança das mulheres e pelos seus direitos, mostrou ao mundo que os movimentos associativos são um contributo essencial para que as mulheres exerçam a sua plena participação no trabalho, na liderança e na construção da paz. Leymah  Gbowee, trabalhou como terapeuta, com crianças ainda meninos e soldados, durante a guerra civil na Libéria,  foi assim no meio da guerra, que compreendeu que era urgente uma mudança e que essa mudança tinha de ser feita por mães.

NOTA : Imagem retirada da Web em:
https://www.google.pt/search?q=es+we+can+woman+poster&rlz=1C1CHWA_pt-PTPT619PT625&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=Vr3Nx-79N-VDYM%253A%252CIXiEZIm-4Q_MrM%252C_&usg=__r9vzSUV3IsBxf_rarZxajm6dmz0%3D&sa=X&ved=0ahUKEwiVy6vAldrXAhXsDcAKHRagD98Q9QEILDAA#imgrc=Vr3Nx-79N-VDYM:

 

 

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s