Concertos de Ano Novo – Orquestra Metropolitana de Lisboa

Aqui e Ali acontecem concertos de Ano Novo.

A Orquestra Metropolitana de Lisboa é um exemplo na área orquestral nacional, delicia os nossos ouvidos e leva-nos para mundos maravilhosos nas execuções exímias em qualidade e versatilidade com que nos brinda, nos concertos que realiza.

A Orquestra Metropolitana de Lisboa, cuja constituição regular integra músicos formados nessa escola numa aliança perfeita entre a prática e o ensino da música. Mantém uma programação regular desde 1992, pelo que comemorou, em 2017, 25 anos de vida. Saiba mais sobre a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a sua história, os seus músicos, programação, projetos e outros temas de interesse.

Hoje é dia de Reis e, para celebrar este dia, vamos falar sobre um concerto de Ano Novo que aconteceu no passado dia 3 de janeiro no “Grande Auditório da Culturgest”, com a Orquestra Metropolitana dirigida pelo reconhecido maestro Sebastian Perlowski.

As interpretações foram muito boas, a registar dois momentos especiais, um com um solo a harpa e um outro ao som de violino.

A música transporta-nos para locais mágicos, onde é possível dançar valsas e polcas, sentir-se perdida no meio de tempestades com trovões e relâmpagos, no mundo encantado do Quebra-Nozes e dançar sobre as águas azuis de um rio com a interpretação da valsa Danúbio azul.

O maestro dirigiu na perfeição a orquestra e procurou prender o público criando momentos de interação divertidos. O ponto alto da interacção com o público resultou da intervenção de dois voluntários (primeiro um homem e depois uma mulher) no papel de maestros. Foi um momento descontraído em que a orquestra tentou seguir as indicações dos “maestros improvisados”.

O reportório:

I. TchaikovskyCapricho Italiano, Op. 45
J. Strauss II Polca Champanhe, Op. 211
A. DvořákDança Eslava N.º 7 em Dó Menor, Op. 46
P. I. TchaikovskyMarcha, do bailado O Quebra-Nozes
J. Strauss IIPerpetuum mobile, Op. 257
P. I. TchaikovskyValsa das flores, do bailado O Quebra-Nozes
W. KilarOrawa, para orquestra de cordas
J. Strauss II Polca Eljen a Magyar! (Viva a Hungria), Op. 332
A. DvořákDança Eslava N.º 8 em Sol Menor, Op. 46
J. Strauss IIPolca rápida Sob Trovões e Relâmpagos, Op. 324
P. I. TchaikovskyDança Russa (Trepak), do bailado O Quebra-Nozes
Strauss IIValsa Danúbio azul, Op. 314

A imagem de capa deste artigo foi retirada do site da culturgest

Deixamos um extrato do texto que consta no folheto da programação do evento, com o qual nos identificamos, por traduzir o nosso entendimento sobre o significado da música e de um concerto de Ano Novo.

“Brindando com palavra, pode dizer-se que a Música é uma linguagem universal, mas nem sempre a compreendemos; que é uma arte intemporal, mas o significado que traz consigo depende do tempo e do lugar onde ocorre. Tem, todavia, uma transcendente capacidade para unir pessoas em torno de um desígnio comum. A mensagem não lhe pertence, mas o propósito da celebração, seja festivo ou plangente, utópico ou prestativo, não seria partilhado de igual modo na sua ausência. Um Concerto de Ano Novo é isso mesmo, um palco de sons que acrescenta sentido aos sentimentos e às reflexões de um momento especial”

Rui Campos Leitão

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