@Mulheres em tecnologias

Aproxima-se o dia 26 de abril para celebrar, os passados e os futuros, anos do envolvimento das mulheres nas áreas tecnológicas – Girls in ICT. Durante este dia existem diversas oportunidades para as mulheres comprovarem que sabem de Bits (dígitos binários) e de Bytes (1 Byte significa 8 bits), uma simples referência para designar a quantidade de memória ou capacidade de armazenamento dos computadores. Esta área, atualmente, não tem vindo a colmatar as falhas de recursos humanos qualificados, em diversos contextos como as escolas, as universidades, os centros de investigação e os locais de trabalho.

Ainda existem mulheres que não conseguem atingir o seu objetivo principal de triunfar e de ver reconhecido todo o esforço e empenhamento nas áreas tecnológicas, tal como também acontece noutras áreas tipicamente dominadas pelo sexo masculino.

O tempo decorrido tem sido longo, aconteceram muitas mudanças, no entanto, a tecnologia tem sido um lugar onde as mulheres são consideradas um vírus, um malware e deparam-se com várias firewalls, onde os seus caminhos são rastreados, para conseguirem alcançar núcleos de conhecimento.

A destacar Ada Lovelace, matemática e escritora inglesa, que desenvolveu o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina!

São três os pilares em que assenta a segurança da informação: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Muitas mulheres possuem uma apetência natural para lidar com a segurança da informação, das redes e dos sistemas no campo físico e no campo lógico. Sabe-se que o anti-vírus só deteta o que conhece, o que está padronizado e, as mulheres na cibersegurança, conseguem reconhecer padrões, analisar e desenhar uma evolução em sistemas locais, na web e na nuvem, com uma clara desenvoltura fazendo apelo a ações criativas e dinâmicas.

Infelizmente, não podemos registar um avanço paralelo na concretização de oportunidades que, como todos sabemos, têm sido bastante restrito, na construção e no acesso às aplicações. Parece que todas as mulheres têm de ser meras utilizadoras, quando muitas são verdadeiras administradoras das suas máquinas.

Um saber precisa de ocasiões, de ser comprovado e os caminhos de desenvolvimento são escassos e enquadram-se numa conjuntura, pouco propícia, à partilha de conhecimento de um/a para todos/as e de todos/as para um/a. Para um progresso, no sentido da autonomização é fundamental antecipar a inteligência artificial feminina, como um campo de estudo e de intervenção.

O papel de proximidade entre pares e em equipas de estudo e de trabalho colaborativo, permite reunir condições para se eleger a eficácia no campo das tecnologias, da internet das coisas e de um futuro com uma pegada digital das mulheres.

Na gestão das base de dados, as mulheres conseguem criar, consultar e remover dados estruturados, manusear tabelas, fazer scripts à base de dados e, ainda, distinguir uma chave primária de uma chave estrangeira.

As mulheres programadoras conseguem criar uma interface gráfica touchscreen intuitiva, ou não. Mas, tudo se inicia pelos primeiros passos, com o entusiasmo e as dificuldades habituais no trilhar de novos caminhos, independentemente da linguagem que se pratica.

Qualquer sistema criado, resulta do produto de uma aprendizagem que, pode ter diferentes velocidades. As várias layers constituem uma mais-valia, para as várias finalidades, desde que as configurações sejam as mais desejadas pelo utilizador.

Com generosidade, as mulheres conseguem proteger sistemas e rastrear hackers. Não permitem o comprometimento de dados nem que hajam vulnerabilidades suscetíveis de prejudicar vítimas em benefício dos atacantes.

As experiências podem ser vividas com sofrimento ou com alegrias, mas as mulheres sabem que o ensinamento e a partilha permite descobrir, questionar, explorar e resolver os significados dos incidentes.

Finalmente, jovens agarrem a tecnologia! Nós mulheres adultas vamos ajudar-vos a superar as dificuldades de entendimento que ainda possam existir.

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