Do “Páteo do Faustino” às “Termas do Cucos”

Há tanto para dizer sobre locais, cantos, recantos, sabores, tradições e cultura portuguesa que vamos continuar a situar-nos neste espaço, onde nos foi dado nascer e que tanto gostamos.

A vida conduz-nos a situações diversas, por vezes despreocupadas, leves e alegres, outras mais intensas e stressantes, outras que provocam sentimentos de tristeza e outras mais negativos e desgastantes. No entanto, temos de aprender a olhar os pormenores em todos e tudo o que nos rodeia, para fixar no nosso pensamento o somatório dos pequenos instantes, que nos fizeram rir à gargalhada solta, a sorrir, a sentir paz, a sentir amor, enfim nos deixaram felizes.

Circunstancias específicas, levou-nos a um passeio em família, para a cidade de Torres Vedras e zona envolvente. É sobre a experiência vivida que vamos falar e deixar a nossa recomendação sobre o que de melhor encontrámos, mesmo sabendo que, muitas outras coisas notáveis, há a relatar sobre esta cidade e sobre a região do país. Torres Vedras é uma cidade cheia de história que se comprova nos inúmeros e belos monumentos existentes, teve um importante e decisivo papel nas Linhas de Torres por altura das Invasões Francesas. Para além da história as terras desta região, são ricas na produção de frutas e produtos hortícolas. Quem ainda não apreciou as deliciosas “Pera Rocha” e as Maças nas suas várias variedades?

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O “Páteo do Faustino”

Falando em sabores e qualidade, vamos recomendar-lhe um restaurante “O Páteo do Faustino”.

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Uma longa história, com origem numa taberna e mercearia, cheia de tradição nos petiscos de sabor bem português, acompanhados de um bom vinho da região e de um salutar convívio.

 

O restaurante é um espaço que se se percebe, foi crescendo na medida da procura pelos clientes, mas cresceu de forma harmoniosa garantindo o conforto dos clientes. Aqui, prima a qualidade dos alimentos, o uso de produtos da região, a eficiência e simpatia do staff, um serviço impecável e sem qualquer pretensiosismo, que cria um ambiente acolhedor. Os preços praticados são perfeitamente compatíveis com a qualidade. Recomendamos e disso deixámos prova, assinando o “Livro de Honra” do restaurante que amavelmente nos foi disponibilizado.

 

As Termas dos Cucos – Aqui houve-se o primeiro cuco a cantar

Reconfortados por uma saborosa refeição, fomos à descoberta das Termas dos Cucos. Que espaço maravilhoso! Que pena não estar em funcionamento! A experiência de tratamentos específicos relaxantes que relatámos no artigo publicado sobre as Termas de Monfortinho, é de recomendar vivamente a quem tem uma vida citadina ativa.

Na medida em que nos aproximámo-nos, percorrendo uma longa alameda rodeada de árvores, surge um belo edifício cor-de-rosa. Aproximando-nos mais, a entrada para um belo e bem cuidado jardim, fica ladeado por dois edifícios de uma arquitetura espetacular.

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A história deste espaço remonta a tempos muito antigos, às décadas 50 e 60 dos anos de 1800, sempre associada a uma família Neiva. A estância termal foi inaugurada em 1893. Os dois edifícios que ladeiam a entrada no jardim, serviram para alojamento do pessoal médico e de quartos para aluguer aos utentes.

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Conversando com o jardineiro que, na altura, cuidava do espaço e das flores disse-nos que as termas eram muito procuradas para o tratamento do reumatismo e problemas na pele e que eram feitos banhos de lamas medicinais.

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Percorremos o espaço observando e admirando os edifícios e toda a envolvente. Depois sentados nos bancos disponíveis, à sombra de frondosas árvores, aquietamos o espírito num espaço tão aprazível.

Aqui fica a nossa reportagem fotográfica e aguardamos com expetativa que todo este espaço possa ser rapidamente recuperado antes que o tempo faça dele ruína, e se reative a estância termal.

Não podíamos terminar, sem fazer referencia aos deliciosos pasteis de feijão. Faça como nós prove um e leve uma caixa para casa.

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Consulte aqui o site do restaurante Páteo do Faustino

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