A casa de Mateus e seus jardins encantados

Casa de Mateus Vila Real

A casa de Mateus Em Vila Real é um marco como centro de cultura na região norte do país. Visitar a Casa de Mateus é uma experiência inesquecível que enriquece o nosso conhecimento histórico e cultural.  Não menos memorável, é passear nos seus jardins românticos e muito bem cuidados, um paraíso encantado!

Um pouco de história

O edifício da Casa de Mateus foi construído durante a primeira metade do século XVIII pelo 3º Morgado de Mateus, António José Botelho Mourão. A construção da capela foi finalizada pelo seu filho D. Luís António de Sousa Botelho Mourão em 1750.

Um belo edifício de arquitetura barroca, com pináculos decorativos sobre os telhados, e uma espantosa decoração nas diferentes fachadas da Casa, sendo atribuído ao arquiteto italiano Nicolau Nasoni. Esta casa veio substituir um antigo edifício existente nesse local desde o séc. XVII. Segundo manuscritos existentes, em 1577 já havia pessoas da família a residir neste espaço (Cristóvão Álvares e sua mulher).

O edifício da Casa de Mateus é considerado um dos monumentos mais representativos do Barroco no Norte de Portugal e um dos mais característicos da Europa, tendo sido classificado como monumento nacional em 1910.

O estilo Barroco da Casa de mateus

A Fundação Casa de Mateus

Em abril 1961, por iniciativa de D. Francisco Albuquerque, 6º Conde de Vila Real, abriu ao público pela primeira vez, apresentando uma exposição do seu acervo documental. Em 1970, D. Francisco Albuquerque criou a Fundação da Casa de Mateus, promovendo a realização de atividades regulares na área da música, das artes plásticas ou da literatura, e ainda seminários de reflexão política, científica e cultural.

 

Paralelamente, realizaram-se obras de recuperação de toda a Casa e dos seus anexos, criando novas infraestruturas de apoio às atividades promovidas. Em 1998 foi inaugurada a Residência de Artistas, que resultou da remodelação e ampliação do antigo Lagar de Azeite e da Destilaria.

Os jardins encantados

Ao passear pelos maravilhosos jardins, facilmente nos imaginamos a viver as aventuras de Alice no País das Maravilhas, num mundo encantado.

 

No século XX, Maria Teresa de Sousa Botelho e Melo, 5ª Condessa de Vila Real, 4ª de Melo, 2ª de Mangualde, manda plantar os jardins a sul da Casa. Os jardins com vários canteiros de buxo delimitados por caminhos com arcos de buxo, possui uma vasta e encantadora coleção de rosas.

Canteiros de rosas limitados por buchos no jardim da Casa de Mateus

Perca-se passeando pelo jardim das rosas e desperte os seus sentidos!

O caminho lateral do jardim permite aceder aos espaços de cultivo da quinta, com pomares de fruta existindo alguns exemplares de fruteiras macieiras, pereiras, cerejeiras que remontam ao tempo de D. Francisco de Albuquerque. Percorrendo os caminhos do pomar, temos uma vista admirável sobre as vinhas da quinta e sobre a Serra do Marão.

 

O espelho de água e uma escultura de João Cutileiro

Lago e escultura de João Cutileiro

Uma escultura de João Cutileiro, repousa no Lago, um espelho de água onde vemos refletida a fachada principal da Casa de Mateus, maravilha-nos.

 

Não hesite, programe uma “escapadinha” e marque a sua visita: De Segunda a Sexta das 9h00 às 18h30 e Sábado e Domingo: das 9h00 às 18h30.

Saiba mais em Fundação da Casa de Mateus 

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